Regata difícil, confraternização e palestra técnica marcaram a abertura da terceira etapa

Uma regata de percurso marcou o início da terceira etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, na tarde deste sábado, um dia marcado pa inconstância dos ventos, o que tornou a regata bastante difícil e técnica.

A disputa começou com as equipes largando do través do Yacht Club de Ilhabela, em direção a uma boia de barlavento nas proximidades da Praia do Pinto, norte da Ilha. A partir dela os veleiros da ORC fizeram o contorno do Farolete 4, que demarca a entrada do Canal de São Sebastião, ao sul. Os demais contornaram a Laje dos Moleques rumo à marca de chegada, na mesma posição da largada.

O início da regata teve ventos da direção leste com forte intensidade, acima dos 15 nós e rajadas que chegaram aos 20. Este mesmo vento levou as equipes de forma rápida ao sul do canal, mas, nas proximidades do Porto de São Sebastião as coisas começaram a ficar mais difíceis.

Um grande “buraco” de vento nesta região fazia com que as equipes que já haviam descido rumo sul e contornado as marcas de sotavento e haviam acumulado certo distanciamento entre si,  ali se encontrassem novamente, onde a regata deixou todos “embolados”. 

Entre uma tentativa e outra de romper esse trecho, rondadas de vento e um pouco de correnteza, quem fez a melhor leitura das mudanças conseguiu avançar na regata.

O primeiro a cruzar foi o Saci, de Fabio Cotrim, seguido do Xamã, de Sergio Klepackz e do Rudá, de Mario Martinez. Estas colocações permaneceram após a correção dos tempos.

Xamã. Rudá e Lucky/Alforria, de Luiz Villares terminaram o dia nas três primeiras colocações da divisão Cruiser da ORC.

Na divisão Performance, Saci (Soto 40) e Saci Jr (J70), comandado por Fabio Diomelli ocupam as duas primeiras colocações. Em terceiro o Orson, de Andrea Videira.

Na C30, vitória do Relaxa/Building, de Tomas Mangabeira, seguido do Conquest, de Marco Hidalgo.

As equipes Pura Vida, de Marcos de Oliveira Cesar, Helios, de Marcos Gama Lobo e Bossa Nova, de Valéria Ravani foram os três primeiros da RGS Cruiser A. Posições que, na Cruiser B, ficaram com Blade Runner,  de Paulo Baz, Mamanguá, de Paulo Brunozzi e Aventador, de Maurício Pavão.

Finalmente, na Classe BRA-RGS, divisão A, a vitória ficou com o Avohai, de Luiz Henrique Macedo. Em segundo e terceiro, respectivamente, o Jazz, de John Julio Jensen e o BL3 Urca, de Clauberto Andrade. 

Na divisão B da BRA-RGS My Boy, de Lars Muller,  Fantasma, de Marcelo Polônio e Kaluanã, de Leonardo Soldon, foram os três primeiros.